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Fazer anotações durante a aula é uma das melhores técnicas de estudo

O que vira anotação é justamente o que foi processado pelo cérebro com a estrelinha de importante.

Nem todo mundo gosta de anotar o que o professor diz durante a aula: alguns têm preguiça, outros acham que conseguem absorver tudo só ouvindo. Mas essa é uma técnica simples e brilhante no processo de aprendizado, que deve ser usada por todos.

4 Estratégias para fazer os alunos te escutarem, sem gritar.

O que o professor pode fazer para retomar o controle da classe sem colocar a saúde da sua voz e dos ouvidos deles em risco?

Muito tempo do professor é gasto em pesquisas, encontrar material pertinente, pensar sobre a estratégia de ensino e chegar à classe. Planejar uma aula requer tempo e dedicação, esforços que podem ser em vão caso os alunos ficam

5 formas de conseguir atenção dos seus alunos

Meus caros colegas, eu bem sei que é difícil prender a atenção dos alunos, mesmo porque às vezes temos temas bem chatos e por mais que tentemos tornar a aula agradável, volta e meia precisamos de uma boa explicação, e nesse momento os alunos têm que estar atentos ou nosso esforço será em vão.

Mas como fazer com que seus olhos (e ouvidos) fiquem durante todo o

Como organizar a sala de aula

O ambiente de aprendizado pode fazer muita diferença para os estudos e motivação.

A maneira como a sala de aula está disposta pode fazer tanta diferença quanto a sua atitude para a eficiência do ensino. Vale a pena se esforçar para que a classe seja um ambiente acolhedor e propício para o desenvolvimento das atividades e capacidades dos estudantes, de participação e envolvimento.

Dicas para manter a disciplina na sala de aula

Saiba como administrar o comportamento de estudantes em sala de aula de forma madura e coerente, sem precisar se descabelar.

No início de qualquer carreira, mas especialmente no professorado, os profissionais colocam à prova tudo aquilo que lhes foi ensinado sobre como ensinar e administrar uma sala de aula. O fator humano e o comportamento infantil colocam em cheque qualquer conceito pré-formado e mentalidade profissional. É importante aprender com os erros e saber ouvir os

Por que trabalhar com cantinhos na educação infantil?

As atividades lúdicas devem fazer parte do cotidiano das crianças na pré-escola uma vez que a brincadeira é uma atividade educativa essencial que faz parte da infância e deve ser levada para dentro da sala de aula.

Cantinho do Brinquedo

“Brincar fornece à criança a possibilidade de construir uma identidade autônoma, cooperativa e criativa.” (ABRAMOWICZ, p.56)

2 Ideias para cantinhos de atividades diversificadas

CANTOS-CAIXAS


Como viabilizar a proposta de cantos de atividades sem fazer grandes mudanças estruturais no espaço da sala de aula?

Além de possibilitar escolhas, os cantos-caixa facilitam a intervenção da professora em um trabalho com jogos, arte ou escrita

Dicas para cantinhos em sala de aula.

A importância dos cantinhos na Educação Infantil é imensa. Pois, a Sala de Aula pode e deve ser um ambiente propício para desenvolver todas as habilidades de maneira prazerosa.

Uma sala de aula de Educação Infantil, geralmente, já possui inúmeros materiais adequados à realização de atividades lúdicas, previamente planejadas com o intuito de desenvolver as habilidades necessárias. Entretanto, alguns "cantinhos" interessantes, muito simples de se criar e, principalmente, enriquecedores para o estímulo a descoberta são essenciais.

A Lei do Professor

Já se perguntou por que alguns professores possuem classes que são cheias de energia e outros professores tem classes tão mortas como um cemitério? Você pode pensar que a diferença é causada pela dificuldade da disciplina, mas isto não é verdade. Um bom professor pode fazer qualquer disciplina tornar-se interessante. Ou então você talvez pode pensar que um professor nasceu com uma personalidade mais atraente do que os outros, mas qualquer professor cristão pode desenvolver uma personalidade mais atrativa, porque ele possui Cristo para o ajudar: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Fp. 4:13). Alguns podem pensar que a idade

As Sete Leis Para o Professor

Os deveres de um professor dentro da sala de aula estão expressados aqui em sete leis, as quais um professor deve seguir para fazer o seu trabalho bem feito.

1. PROFESSOR: “Ele deve conhecer o que vai ensinar com a sua MENTE, SENTIMENTOS e VIDA”.

2. ALUNO: “Ele deve atrair a ATENÇÃO dos alunos e prender o INTERESSE deles”.

3. COMUNICAÇÃO: “Ele deve usar uma linguagem comum em sua comunicação com os alunos”.

4. LIÇÃO: “Ele deve começar com fatos já CONHECIDOS pelo aluno e proceder passo a passo para os fatos NÃO CONHECIDOS”.

5. ENSINAMENTO: “Ele deve ESTIMULAR o aluno a resolver os problemas e DIRECIONÁ-LO a encontrar as fontes aonde ele pode encontrar boas respostas para resolvê-los.

6. APRENDIZADO: “Ele deve ajudar o aluno a ENTENDER e APLICAR a lição para que esta MUDE A VIDA DE SEU ALUNO”.

7. RECAPITULAÇÃO: “Ele deve recapitular a lição de várias maneiras até que esteja CLARA, EXATA e PROVEITOSA para o aluno”.

49 dicas para alfabetizar mais aula prática

O professor deve usar a criatividade para competir com os atrativos que estão ao alcance de seus alunos fora da escola. Use a sua criatividade e suas aulas serão mais atrativas. Seus alunos despertarão o interesse pelo estudo. E você se sentirá recompensado e valorizado.

Ao substituir a pedagogia tradicional por atividades mais próximas da vivência diária dos alunos, o professor provoca maior interesse nos educandos pela aprendizagem.

Tome nota das seguintes dicas e procure colocá-las em prática, fazendo as devidas adaptações, conforme a sua realidade:

- Use jogos educativos nas suas aulas.
- Desenvolva atividades lúdicas com seus alunos.
- Procure introduzir cada novo conteúdo de forma diferente.
- Mude a disposição das cadeiras e mesas na sala de aula.
- Faça os alunos participarem das aulas.
- Troque de ambiente e dê aula no pátio da escola, por exemplo.
- Explore cartazes, vídeos, filmes.
- Traga jornais e revistas para a sala de aula.
- Aproveite todo o ambiente escolar.
- Crie aulas diferentes e divertidas.
- Elabore situações problemas para os seus alunos resolverem.
- Busque auxílio nos meios de comunicação.
- Troque experiências com os colegas.
- Valorize as opiniões de seus alunos.
- Peça sugestões aos seus alunos quando for preparar suas aulas.
- Faça trabalhos em pequenos grupos ou grupos sucessivos.
- Solicite uma avaliação das suas aulas aos seus alunos.
- Incentive e estimule a aprendizagem dos seus alunos.
- Deixe transparecer que você acredita e valoriza o seu trabalho.

JOGOS E ATIVIDADES PARA ALFABETIZAÇÃO


Analise cada jogo abaixo e aplique aos alunos de forma a ajudarem a refletirem sobre a escrita e leitura.

1- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui uma letra por outra que não faça parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituição.

2- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2 letras (ex: cachorro – cachroro). A criança deve achar esses 7 erros.

3- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve localizar os 7 erros.


4- Jogo dos 7 erros: a profª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.

5- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas.

6- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.

7- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.

8- Jogo dos 7 erros: a profª escreve um texto conhecido (musica, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.

9- Caça palavras: a profª monta o quadro e dá só uma pista: “Ache 5 nomes de animais” por exemplo.

10- Caça palavras: a profª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.

11- Caça palavras no texto: a profª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.

12- Jogo da memória: o par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.

13- Jogo da memória: o par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.

14- Jogo da memória: o par deve ser composto por uma peça contendo a figura, e a outra, o seu nome.

15- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e “descobre” quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.

16- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.

17- Cruzadinha: A profª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.

18- Bingo de letras: as cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas.

19- Bingo de palavras: as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.

20- Bingo: a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.

21- Bingo: as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.

22- Quebra cabeça de rótulos: a profª monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a pensar sobre a “ordem das letras”.

23- Dominó de palavras: em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.

24- Ache o estranho: a profª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um “estranho” (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por “A” e uma por “J”; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.

25- Procure seu irmão: os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.

26- “Procure seu irmão”: os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.

27- Jogo do alfabeto: Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais).
Divida a classe em grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um. Vá dando as tarefas, uma a uma:
*Levantar a letra ___
*Organizar em ordem alfabética
* O professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra que inicie com ela.
* Formar frases com a palavra escolhida
* Formar palavras com o alfabeto móvel
* Contar as letras de cada palavra
* Separar as palavras em sílabas
* Montar histórias com as palavras formadas
* Montar o nome dos colegas da sala

28- Pares de Palavras
Objetivo: utilizar palavras do dicionário
Destreza predominante: expressão oral
Desenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á até a lousa e escolherá um par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo termina quando todas as palavras forem apagadas.

29- Formando palavras
Número de jogadores: 4 por grupo.
Material: 50 cartões diferentes (frente e verso) – modelo abaixo.
Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)
Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho. Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.
Variações:Classificar (formar conjuntos) de acordo:
*com o desenho da frente dos cartões;
*com o número de letras das palavras constantes dos cartões;
*com o número de sílabas das palavras dos cartões;
*com a letra inicial.

30- Treino de rimas
Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nomeda figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes.

Treino de aliterações
Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara, galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão, balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo).

32- Treino de consciência de palavras
Frases com palavras esquisitas, que não existem de verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não existem, essas não têm significado.

33- Batucando
A professora fala uma palavra e o aluno “batuca” na mesa de acordo com o número de silabas.

34- Adivinha qual palavra é: A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA)

35- Lá vai a barquinha carregadinha de ...
A professora fala uma sílaba e as crianças escolhem as palavras.

36- Adivinhando a palavra
O professor fala uma palavra omitindo a silaba final e os alunos devem adivinhar a palavra. (ou a inicial)

37- Quantas sílabas? A professora fala uma palavra e a criança risca no papel de acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas) descoberta de palavras com o mesmo sentido.
Ajude o aluno a perceber que o mesmo significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela comparação de frases como as que se seguem:
O médico trata dos doentes O doutor trata dos doentes. Forneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como: Bonita, bela; Malvado, mau; Rapaz; moço Bebê; neném; Saboroso; gostoso

39- Descoberta de palavras com mais de um significado
Com essa atividade, os alunos perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc

40- Respondendo a perguntas engraçadas
Faça-as pensar sobre a existência de homônimos através de brincadeiras ou adivinhações:
a asa do bule tem penas? O pé da mesa usa meia? A casa do botão tem telhado?

41- Escrita com música
1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos; 
2) distribuir, entre as equipes, uma folha de papel; 
3) apresentar às equipes uma música previamente selecionada pelo professor; 
4) pedir que o aluno 1 de cada uma das equipes registre, na folha, ao sinal dado pelo professor, suas idéias, sentimentos, emoções apreendidas ao ouvir a música; 
5) solicitar-lhe que, findo o seu tempo, passe a folha ao aluno 2, que deverá continuar a tarefa. E assim sucessivamente, até retornar ao aluno 1, que deverá ler o produto final de todo o trabalho para toda a classe.
Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.

42- Conversa por escrito: 
1) dividir a classe em duplas; 
2) entregar a cada uma das duplas uma folha de papel; 
3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas por escrito.

Observações: 
1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a conversa na folha recebida.

2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se estiver disposta a tanto. Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças entre a linguagem oral e a escrita.

43- Interpretando por escrito: 
1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos cada uma; 
2) numerá-los de 1 a 4; 
3) distribuir, entre as mesmas, pequenas gravuras (se possível de pinturas abstratas); 
4) solicitar que cada uma das equipes registre, por escrito, o que entendeu sobre os quadros propostos; 
5) ler as interpretações obtidas.

44- Brincando com as cores: 
1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 
2) numerar os participantes de cada uma; 
3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde, amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 
4) pedir que cada um dos elementos de cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas impressões a respeito da cor recebida; 
5) solicitar das equipes a leitura das impressões registradas.

Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem nomeá-la, mas procurando “dar pistas” a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).

45- Compondo um belo texto-poema:
1- dividir os alunos em equipes ou grupos;
2- indicar a cada uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro;
3- marcar, no relógio, 10 (dez) minutos para a composição dos poemas;
4- expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas equipes.

46- Cinema imaginário:
1- dividir a sala em equipes ou grupos;
2- apresentar às equipes três ou quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes;
3- solicitar que os alunos imaginem cenas cinematográficas referente às trilhas ouvidas;
4- interrogar os alunos sobre o que há de semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.
“A partir das respostas a essas perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos (verbais, não-verbais, musicados, ...)

47- Criação de um país imaginário:
1- dividir os alunos em equipes ou grupos;
2- pedir-lhes que produzam um texto, com ou sem ilustração, descrevendo um país imaginário, de criação da equipe;
3- solicitar que cada uma dessas leia para as demais o texto produzido por ela;
4- afixar, no mural da sala, os textos produzidos pelas equipes.

48- “ Se eu fosse ...”:
1- dividir a classe em equipes ou grupos;
2- pedir que cada uma complete as lacunas ou pontilhado com o nome de um objeto, animal, planta, personagem ou personalidade humana que gostaria de ser;
3- solicitar que escrevam e/ou desenhem a respeito do que gostariam de ser;
4- pedir que exponham suas produções aos colegas;
5- sugerir que as coloquem no mural ou varal de classe.

49- Homem e natureza ou homem x ecologia:
1- dividir a classe em equipes ou grupos;
2- pedir que ouçam as canções “Sobradinho” – Sá e Guarabira ( disco 10 anos juntos, BME – RCA, CD ou DVD) e “Passaredo” – Francis Hime e Chico Buarque (“Meus caros amigos” – Philips);
3- explicar aos alunos o seguinte: a canção “Sobradinho” trata do rio São Francisco, que nasce na região Sudeste e deságua na região Nordeste do país, e das conseqüências do represamento dessas águas para a população que vivia nos municípios de Remanso, Casa Nova, Santo Sé, Pilão Arcado... com a construção de uma barragem no salto do Sobradinho. A canção “Passaredo”, por sua vez, focaliza a destruição da fauna e o desequilíbrio do ecossistema, provocados pelo homem; 4- solicitar às equipes que comentem, escrevam e/ou desenhem sobre o que compreenderam a respeito de cada uma das canções ouvidas por eles.

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AULA PRÁTICA

Revisão de textos na alfabetização Séries Iniciais do Ensino Fundamental

Aproximadamente 10 aulas.

INTRODUÇÃO

Ensinar a revisar textos é um conteúdo que deve ser tratado desde as séries iniciais. O aluno precisa incorporar tais conhecimentos gradativamente, ampliar e fazer uso deles com o objetivo de deixar seus textos mais comunicativos, ou seja, objetivos na comunicação de idéias. Para isso, é necessário que o professor: utilize diferentes tipos de textos pertinentes à série, colocando seus alunos em contato com bons modelos; selecione em qual aspecto da revisão (coerência, ortografia, acentuação ou aspectos coesivos e de pontuação) o aluno focará a atenção, já que não é possível tratar de todos os aspectos ao mesmo tempo. Este plano de aula propõe uma atividade cujo foco é a Pontuação. Nem sempre os alunos chegam à correção plena dentro do que havia sido proposto. Mas o objetivo não é alcançar a perfeição. O que importa é apresentar questões pertinentes nas situações didáticas, fazendo com que a turma reflita e avance.

OBJETIVOS

Com esta atividade o aluno deve ser capaz de:

1º) construir um comportamento revisor em relação a seu próprio texto e ao dos outros;
2º) perceber que a pontuação é um recurso utilizado pelo autor para orientar o entendimento do leitor;
3º) constatar que, na maioria das vezes, há mais de uma possibilidade de pontuação;
4º) desenvolver a capacidade de argumentação;
5º) desenvolver a atitude de colaboração.

RECURSOS DIDÁTICOS

Lousa e giz (ou papel Kraft e pincel atômico; ou retroprojetor, transparência e caneta hidrográfica) papel e lápis

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Em pequenos grupos - duplas ou trios - para realização da atividade de escrita. No coletivo, quando acontece a socialização das produções de cada sub-grupo. Apresente um texto curto sem nenhuma marcação gráfica tais como ponto, maiúscula, travessão, parágrafo etc. Piadas são bastante interessantes para o exercício, desde que os alunos tenham tido contato com esse tipo de texto); Peça aos alunos para marcar as unidades que facilitem a sua leitura com algum sinal; Solicite que eles reescrevam o texto, utilizando as pontuações que julguem adequadas; Socialize para todo o grupo as diversas possibilidades apresentadas pelos diferentes sub-grupos; Discuta a adequação, o significado e o entendimento do texto pontuado de diferentes formas.

AVALIAÇÃO

Durante o desenvolvimento da atividade, é possível avaliar como o aluno: utiliza em outros contextos de produção escrita, os conhecimentos que constrói a respeito da pontuação (veja o 1º objetivo); usa seus conhecimentos diante do texto para pontuá-lo a fim de atribuir significado a ele (veja o 2º e o 3º objetivos); · argumenta para defender o seu ponto de vista (veja o 4º objetivo); colabora com o grupo (veja o 5º objetivo).

CONTEXTUALIZAÇÃO

A revisão é um procedimento difícil para escritores iniciantes, pois requer distanciamento do próprio texto. As crianças nas séries iniciais são capazes de corrigir textos produzidos por outras pessoas mas, em se tratando dos seus próprios, dificilmente fazem uso desse conhecimento.

Por isso, é interessante propor que as crianças comparem seus textos com os produzidos por outras pessoas e os analise em grupo. Isso deve ser feito em parceria e com quem já sabe fazer uso do procedimento da revisão.

O professor deverá orientar o trabalho lançando questões que façam os alunos refletir e avançar, tais como: - Onde começa e termina a fala de tal personagem?- Por que você usou este ponto neste lugar?- O trecho pontuado por vocês está fazendo sentido? Explique o sentido desta frase.- Faz diferença usar a vírgula ou o ponto neste trecho? Por quê? Depois, cada agrupamento deve apresentar seu texto pontuado. Trata-se de umaocasião rica para discutir e refletir, pois certamente surgirão diferentes formas de pontuar. Os alunos terão oportunidade de argumentar a validade ou não de cada trabalho apresentado.

Aprofundamento do Conteúdo

Tradicionalmente, a gramática ensina que a pontuação é um conjunto de sinais que orienta a entonação da leitura em voz alta. Informações do tipo: "Usem o ponto final quando estiverem cansados. A vírgula serve para indicar uma paradinha. Usa-se ponto de interrogação para perguntar...", provavelmente estão embasadas na história da escrita, quando os livros eram escritos à mão, sem espaços entre as "A prática de leitura silenciosa disseminou-se a partir da produção de livros em escala industrial... Hoje, quando o texto impresso é formatado para ser lido diretamente pelo olho, sem precisar passar pela sonorização do que está escrito, esta função, de estreitar o campo das possibilidades de interpretação indicando graficamente as unidades de processamento e sua hierarquia interna, pertence ao escritor